<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de valor aduaneiro | Silva &amp; Silva Advogados Associados</title>
	<atom:link href="https://silvaesilva.com.br/tag/valor-aduaneiro/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://silvaesilva.com.br/tag/valor-aduaneiro/</link>
	<description>Fornecemos serviços jurídicos de mais alta qualidade em todas as áreas de abrangência do Direito Empresarial, auxiliando e orientando os clientes à encontrar soluções objetivas para resolução de problemas de natureza geral, organizando estrategicamente seus negócios de forma prática, criativa, vantajosa, econômica, rentável e segura, através de estudos e planejamentos em diversas áreas do Direito</description>
	<lastBuildDate>Tue, 20 Mar 2018 12:28:47 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://silvaesilva.com.br/wp-content/uploads/2023/11/cropped-fav-32x32.jpg</url>
	<title>Arquivo de valor aduaneiro | Silva &amp; Silva Advogados Associados</title>
	<link>https://silvaesilva.com.br/tag/valor-aduaneiro/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>STJ exclui taxa portuária da base de cálculo do Imposto de Importação</title>
		<link>https://silvaesilva.com.br/stj-exclui-taxa-portuaria-da-base-de-calculo-imposto-de-importacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[silvaesilva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Mar 2018 12:28:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[capatazia]]></category>
		<category><![CDATA[ICMS]]></category>
		<category><![CDATA[imposto de importação]]></category>
		<category><![CDATA[IPI]]></category>
		<category><![CDATA[IS-Cofins]]></category>
		<category><![CDATA[taxa portuária]]></category>
		<category><![CDATA[valor aduaneiro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://silvaesilva.com.br/?p=721</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em decisão unânime publicada recentemente, os ministros da 2ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) excluíram os gastos com capatazia &#8211; movimentação de mercadorias em portos ou aeroportos &#8211; do valor aduaneiro, que serve de base de cálculo para os impostos incidentes sobre a importação (Imposto de Importação, IPI, PIS-Cofins e ICMS). O acórdão, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://silvaesilva.com.br/stj-exclui-taxa-portuaria-da-base-de-calculo-imposto-de-importacao/">STJ exclui taxa portuária da base de cálculo do Imposto de Importação</a> apareceu primeiro em <a href="https://silvaesilva.com.br">Silva &amp; Silva Advogados Associados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em decisão unânime publicada recentemente, os ministros da 2ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) excluíram os gastos com capatazia &#8211; movimentação de mercadorias em portos ou aeroportos &#8211; do valor aduaneiro, que serve de base de cálculo para os impostos incidentes sobre a importação (Imposto de Importação, IPI, PIS-Cofins e ICMS).</p>
<p>O acórdão, de relatoria da ministra Assusete Magalhães, beneficia uma importadora de Florianópolis. Sem divergência na 2ª Turma (Resp 1626971), o STJ consolidou seu entendimento sobre o assunto &#8211; a 1ª Turma já decidia nesse sentido. A decisão confirma acórdão do Tribunal Regional Federal (TRF) da 4ª Região pela não inclusão dessa despesa no valor aduaneiro. &#8220;Após essa decisão, o entendimento de todos os julgadores se tornou uníssono&#8221;, diz o advogado Eduardo Aguiar, do escritório Nahas Sociedade de Advogados.</p>
<p>Pelas contas da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), a manutenção de entendimento favorável aos contribuintes pode custar R$ 2 bilhões por ano ao governo, só com IPI e Imposto de Importação. E caso os<br />
importadores busquem o Judiciário para reaver os valores dos últimos cinco anos, a conta seria de R$ 12 bilhões.<br />
&#8220;Embora a Fazenda esteja perdendo nas duas turmas, ainda enxergamos chance de reverter a questão no tribunal&#8221;, diz o procurador Clovis Monteiro Neto, da Coordenação-Geral de Atuação Judicial perante o Superior Tribunal<br />
de Justiça (CASTJ). Há uma aposta do órgão no voto-vista do ministro Francisco Falcão, da 2ª Turma, em dois recursos especiais (nº 1641228/CE e nº 15929 71/SC). Nos dois processos, porém, o voto do relator, Herman<br />
Benjamin, foi desfavorável.</p>
<p>A incorporação dos custos com capatazia no valor aduaneiro é feita com base no artigo 4º da Instrução Normativa nº 327, de 2003, e no artigo 8º, parágrafo 2º, do Acordo de Valor Aduaneiro. O dispositivo estabelece que é possível incluir ou excluir do valor aduaneiro os gastos de carregamento ou descarregamento e manuseio de mercadorias até o porto ou local de importação.</p>
<p>A divergência está na interpretação da expressão &#8220;até o porto&#8221;. Pela tese dos contribuintes, nenhum gasto posterior poderia ser incluído no valor aduaneiro se o navio já está no porto. Para a Fazenda, enquanto não ocorrer o desembaraço aduaneiro, os gastos relativos à descarga, manuseio e transporte no porto de origem e no porto de destino são componentes do valor da mercadoria.</p>
<p>A inclusão de tais despesas representa um custo elevado para as empresas, sobretudo para as grandes importadoras. Nos portos brasileiros, o valor médio cobrado pelos serviços de capatazia varia entre R$ 700 a R$ 900 por contêiner, de acordo com Antonio Costa Ferreira, da Interbras Despachos Aduaneiros.</p>
<p>Para o presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro, com a pacificação do entendimento, caberia à Receita desistir de incluir essas despesas na base de cálculo dos impostos de importação. &#8220;É um custo direto para as importadoras e indireto para as exportadoras, que importam matérias-primas&#8221;, diz.</p>
<p>No Tribunal Regional Federal da 4ª Região, o entendimento pela não inclusão está consolidado desde 2016, quando foi editada a súmula nº 92. De acordo com o texto, serviços de capatazia não integram o valor aduaneiro para fins de composição da base de cálculo do imposto de importação.</p>
<p>Segundo o tributarista <strong>Kim Augusto Zanoni</strong>, do escritório <strong>Silva &amp; Silva Advogados</strong>, que patrocinou a ação da importadora catarinense, embora as empresas do setor estejam vencendo essa disputa no Judiciário, o efeito prático das decisões ainda é limitado. Isso porque o importador é obrigado a informar ao Siscomex o valor da capatazia, que automaticamente comporá a base de cálculo do Imposto de Importação. Caso contrário, o sistema emitirá sinal de alerta e a carga é direcionada para os canais amarelo ou vermelho.</p>
<p>&#8220;Para evitar a demora na liberação da carga, muitas empresas acabam pagando o imposto com a base de cálculo aumentada e recorrem depois ao Judiciário para pedir o valor pago a maior&#8221;, diz o advogado. O escritório patrocina cerca de 50 ações sobre a matéria.</p>
<p>Fonte: Valor Econômico</p>
<p>O post <a href="https://silvaesilva.com.br/stj-exclui-taxa-portuaria-da-base-de-calculo-imposto-de-importacao/">STJ exclui taxa portuária da base de cálculo do Imposto de Importação</a> apareceu primeiro em <a href="https://silvaesilva.com.br">Silva &amp; Silva Advogados Associados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
