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	<title>Arquivo de Tributação | Silva &amp; Silva Advogados Associados</title>
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	<description>Fornecemos serviços jurídicos de mais alta qualidade em todas as áreas de abrangência do Direito Empresarial, auxiliando e orientando os clientes à encontrar soluções objetivas para resolução de problemas de natureza geral, organizando estrategicamente seus negócios de forma prática, criativa, vantajosa, econômica, rentável e segura, através de estudos e planejamentos em diversas áreas do Direito</description>
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	<title>Arquivo de Tributação | Silva &amp; Silva Advogados Associados</title>
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		<title>Supremo declara constitucional alíquota maior de Cofins para bancos</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jun 2018 20:56:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O fato de os bancos serem um setor da economia com altos lucros não pode justificar que eles paguem mais Cofins que as demais empresas. Para o ministro Marco Aurélio, do Supremo Tribunal Federal, é inconstitucional que instituições financeiras paguem 4% de Cofins enquanto os outros setores pagam 3%. Foi como votou nesta quarta-feira (6/6), [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O fato de os bancos serem um setor da economia com altos lucros não pode justificar que eles paguem mais Cofins que as demais empresas. Para o ministro Marco Aurélio, do Supremo Tribunal Federal, é inconstitucional que instituições financeiras paguem 4% de Cofins enquanto os outros setores pagam 3%. Foi como votou nesta quarta-feira (6/6), em recurso com repercussão geral sobre o tema. Ficou vencido.</p>
<p>Nesta quarta, o Plenário finalizou o julgamento e, por maioria, o Supremo declarou o aumento na Cofins constitucional. Fixou a seguinte tese: &#8220;É constitucional a majoração diferenciada de alíquotas em relação às contribuições sociais incidentes sobre o faturamento ou a receita de instituições financeiras ou de entidades a elas legalmente equiparáveis&#8221;.</p>
<p>Marco Aurélio havia pedido vista do caso em maio de 2017, depois que o ministro Dias Toffoli, relator, votou por negar o recurso e declarar constitucional a lei que aumentou a Cofins dos bancos. Toffoli foi acompanhado pelos ministros Alexandre de Moraes, Luiz Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Luiz Fux, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes e Celso de Mello. Nesta quarta, votaram Marco Aurélio e a presidente da corte, ministra Cármen Lúcia.</p>
<p>O recurso buscava anular decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, que declarou constitucional o artigo 18 da Lei 10.684/2003, que promoveu o aumento do tributo. Uma empresa do mercado financeiro recorreu afirmando que a finalidade extrafiscal da Cofins não autoriza o estabelecimento de tratamento diferenciado a uma categoria de contribuintes denominados instituições financeiras, sem que isso seja autorizado pelo legislador.</p>
<p>Marco Aurélio concorda e afirma que a capacidade contributiva não pode ser utilizada como único aspecto diferenciador para tratamento discriminatório de toda uma categoria econômica.</p>
<p>Para o ministro, é inviável fundar esse tratamento tão somente em pretensa capacidade econômica do setor, sem apontar qualquer outro elemento conexo à atividade desenvolvida.</p>
<p>“Ainda que a norma constitucional autorize tratamento não linear, é impróprio o implemento de diferenciação imotivada, sob pena de criar-se gravame odioso. O argumento de justiça social sensibiliza, mas não pode ser utilizado como forma de superar princípios tão caros ao ordenamento constitucional”, afirmou.</p>
<p>Fonte: ConJur</p>
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		<title>Governo não cogita abrir mão de impostos para conter alta de preço dos combustíveis, diz ministro da Fazenda</title>
		<link>https://silvaesilva.com.br/governo-nao-cogita-abrir-mao-de-impostos-para-conter-alta-de-preco-dos-combustiveis-diz-ministro-da-fazenda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[silvaesilva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 May 2018 13:25:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[advogado tributarista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, afirmou nesta quinta-feira (10) ao G1 que não há possibilidade neste ano de o governo abrir mão de parte da arrecadação de impostos para conter a alta de preço dos combustíveis. Embora os tributos correspondam a 45% do preço da gasolina, segundo dados da Petrobras, o ministro afirmou que, devido à crise [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, afirmou nesta quinta-feira (10) ao <strong>G1 </strong>que não há possibilidade neste ano de o governo abrir mão de parte da arrecadação de impostos para conter a alta de preço dos combustíveis.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="3">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Embora os <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/entenda-a-composicao-do-preco-da-gasolina-e-o-que-diz-a-petrobras.ghtml">tributos correspondam a 45% do preço da gasolina</a>, segundo dados da Petrobras, o ministro afirmou que, devido à crise fiscal, não há espaço para diminuir o peso dos impostos na composição do preço dos combustíveis.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O aumento de tributos, somado aos reajustes feitos pela Petrobras, fez disparar o preço dos combustíveis, o que vem gerando <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/governo-solicita-ao-cade-investigacao-para-apurar-existencia-de-cartel-no-setor-de-combustiveis.ghtml">preocupação no governo</a>. Nesta quinta-feira, caminhoneiros fizeram uma <a href="https://g1.globo.com/df/distrito-federal/noticia/caminhoneiros-fazem-carreata-em-protesto-contra-preco-dos-combustiveis.ghtml">carreata de protesto contra o preço dos combustíveis</a>.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="6">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Desde julho do ano passado, quando a tributação subiu e a Petrobras mudou a política de reajuste, o preço da gasolina aumentou 20,4% e o diesel 18,15%. No acumulado de 2018, gasolina avançou 3,07% e o diesel subiu 5,08%.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Diante das dificuldades para cumprir a meta de déficit fiscal para 2017, o <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/governo-sobe-tributo-sobre-combustiveis.ghtml">governo anunciou em julho aumento do PIS/Cofins sobre combustíveis</a> (gasolina, diesel e etanol). Naquele momento, informou que esperava arrecadar cerca de R$ 10 bilhões a mais no ano passado.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os tributos federais foram elevados ao limite máximo permitido pela lei. Além dos impostos cobrados pela União, também há incidência sobre os combustíveis do Imposto sobre Criculação de Mercadorias e Serviços (ICMS), tributo estadual.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Diante dos questionamentos, a Petrobras tem informado que a parcela do preço na refinaria, pelo qual é responsável, representa menos de 50% do preço do diesel e menos de 33% do preço da gasolina.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="21" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Nas últimas semanas, o <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/cotacao-dolar-09-05-18.ghtml">preço do dólar</a> e do <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/petroleo-alcanca-maior-preco-desde-2014.ghtml">petróleo</a>, que também contribuem para formar o preço dos combustíveis, vêm subindo.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><strong>Contas públicas</strong></p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="64" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ao justificar a impossibilidade de abrir mão de arrecadação de tributos, o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, argumentou com a necessidade de se cumprir a meta de déficit primário (despesas maiores do que receitas, sem contar juros da dívida pública) de até R$ 159 bilhões para este ano. <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/mercado-baixa-para-r-136-bilhoes-estimativa-de-rombo-nas-contas-do-governo-em-2018.ghtml">O mercado financeiro estima um rombo menor, de R$ 136 bilhões em 2018</a>, abaixo da meta.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="14">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Eu não estou satisfeito com o déficit de R$ 159 [bilhões] ou R$ 136 [bilhões]. Isso tem de virar um superávit. A gente não pode conviver com déficit&#8221;, argumentou Guardia.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo ele, somente com a contenção de despesas por meio do teto de gastos públicos (sistema pelo qual os gastos não podem crescer acima da inflação do ano anterior), o ajuste necessário levaria dez anos.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="22" data-block-id="16">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Na visão do ministro, é preciso fazer um ajuste nas contas públicas de pelo menos quatro pontos do Produto Interno Bruto (PIB).</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="17">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Guardia explicou que o rombo nas contas públicas está ao redor de 1,7% do Produto Interno Bruto (PIB), e avaliou que o superávit necessário, classificado por ele como &#8220;estrutural&#8221;, está entre 1,7% e 3% do PIB.</p>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="48" data-block-id="18">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Precisa acelerar isso aqui. Não estou falando em aumentar a carga, mas não estou falando em reduzir. A composição da carga pode se discutir. Falar: olha não quero tributar gasolina e quero, pegando o gancho do meu assunto preferido aqui, olhar os <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/renuncia-fiscal-soma-r-400-bi-em-2017-e-supera-gastos-com-saude-e-educacao.ghtml">gastos tributários [renúncias fiscais]</a>&#8220;, declarou Guardia.</p>
</div>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Fonte: G1</p>
</div>
</div>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Deixar de pagar ICMS declarado não é crime fiscal, é inadimplência</title>
		<link>https://silvaesilva.com.br/deixar-de-pagar-icms-declarado-nao-e-crime-fiscal-e-inadimplencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[silvaesilva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Apr 2018 12:03:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O contribuinte que declara o ICMS devido pela própria empresa, mas deixa de repassar os valores aos cofres públicos, não comete crime contra a ordem tributária. Segundo decisão da 5ª Turma do Superior Tribunal de Justiça, o ato configura mera inadimplência. Com o entendimento, o colegiado manteve a absolvição de dois sócios de uma empresa do ramo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O contribuinte que declara o ICMS devido pela própria empresa, mas deixa de repassar os valores aos cofres públicos, não comete crime contra a ordem tributária. Segundo decisão da 5ª Turma do Superior Tribunal de Justiça, o ato configura mera inadimplência.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o entendimento, o colegiado manteve a absolvição de dois sócios de uma empresa do ramo de medicamentos. Eles foram denunciados por terem deixado 14 vezes de recolher valores correspondentes ao ICMS supostamente cobrado de terceiros. O inadimplemento foi descoberto por um fiscal na análise dos lançamentos realizados pela empresa nos livros fiscais.</p>
<p style="text-align: justify;">O juiz de primeiro grau condenou a dupla a um ano de detenção, substituída por uma restritiva de direito, e 375 dias-multa. A sentença foi reformada em apelação analisada pelo Tribunal de Justiça de Goiás para absolvê-los, ante a atipicidade da conduta. O recurso analisado pelo STJ é do Ministério Público Federal, que defendia a manutenção da sentença.</p>
<p style="text-align: justify;">O relator do caso foi o ministro Jorge Mussi. Para ele, o delito tratado no caso concreto exige que a empresa desconte ou cobre valores de terceiro e deixe de recolher o tributo aos cofres públicos, o que não ocorreu no caso concreto analisado pela 5ª Turma. De acordo com o ministro, a empresa que vende mercadorias com ICMS embutido no preço e, posteriormente, não realiza o pagamento do tributo, deixando de repassar ao Fisco o valor cobrado ou descontado de terceiro, torna-se simplesmente inadimplente de obrigação tributária própria.</p>
<p style="text-align: justify;">Citando trecho do acórdão do TJ-GO, Mussi diz que a empresa não fez a chamada substituição tributária, nem praticou fraude para deixar de pagar o tributo. Na visão do relator, ficou “patente” que a conduta imputada aos sócios foi de não recolher, no prazo e forma legal, o ICMS que haviam declarado ao fisco, em relação à atividade própria da empresa que representavam.</p>
<p style="text-align: left;">Processo: AgRg no Agravo em REsp 1.138.189 (<a href="https://www.conjur.com.br/dl/mussi-icms-stj-acordao.pdf" target="_blank" rel="noopener">leia o acórdão</a>)</p>
<p style="text-align: left;"><em>Fonte: Conjur</em></p>
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