12.maio

Apesar de alta nos estoques, importação de painéis solares segue em crescimento no Brasil – bancos e empresas ampliam as opções financiamento

O Brasil foi o quarto país no mundo que mais aumentou a capacidade de produção de energia fotovoltaica em 2021, segundo apuração da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) e, a estimativa da associação, é que ela seja a segunda maior fonte de energia nacional nos próximos anos, atrás apenas da hidrelética.

Para alavancar ainda mais esta jornada, bancos Bradesco, Caixa, Santander, BV e Itaú Unibanco estão lançando linhas exclusivas para financiamento de painéis solares, disponíveis para qualquer cliente.

É possível encontrar financiamentos que cobrem 100% do projeto e oferecem limites de crédito que podem atender a instalação em qualquer tipo de imóvel (de casas até indústrias). Com um projeto adequado, uma residência pode produzir toda a energia elétrica que consome e ainda “vender” o restante da produção para o sistema nacional.

As placas são importadas principalmente da China, que é o maior produtor mundial desses equipamentos. Além disso, também existem importações de outros países, como Estados Unidos, Alemanha, Itália e Japão.

A importação exige planejamento, sendo necessário:

– Ter um CNPJ regularizado e devidamente habilitado no RADAR;
– Realizar a prospecção de fornecedores de confiança;
– Verificar se o produto possui selo INMETRO
– Realizar simulação de custos para importação/análise de incentivos fiscais;
– Compra das mercadorias do produtor;
– Realizar a cotação de frete internacional;
– Ter o processo desembaraço aduaneiro no Brasil preparado.